Espíritas de coração*

kardec colorizado

“Um fato constante e característico, e que devemos considerar como um grande progresso, é a diminuição gradativa e mais ou menos geral das prevenções contra as ideias espíritas, mesmo entre os que delas não compartilham. Agora se reconhece a cada um o direito de ser espírita, como o de ser judeu ou protestante. Já é alguma coisa. As localidades onde, como em Illiers, no departamento de Eure-et-Loir, estimulam os garotos a corrê-los a pedradas, são exceções cada vez mais raras.

Um outro sinal de progresso não menos característico é a pouca importância que, por toda parte, os adeptos, mesmo nas classes menos esclarecidas, ligam aos fatos de manifestações extraordinárias. Se efeitos desse gênero se produzem espontaneamente, constatam-nos, mas não se comovem, não os procuram e, ainda menos, tratam de provocá-los. Apegam-se pouco àquilo que apenas satisfaz aos olhos e à curiosidade; o objetivo sério da doutrina; suas consequências morais; os recursos que ela pode oferecer para alívio do sofrimento; a felicidade de reencontrar parentes ou amigos que se perdeu, conversar com eles, escutar conselhos que vêm dar, constituem o objetivo exclusivo e preferido das reuniões espíritas. Mesmo no campo e entre os artífices, um poderoso médium de efeitos físicos seria menos apreciado que um bom médium escrevente que desse, por comunicações raciocinadas, o consolo e a esperança. O que se busca na doutrina é, antes de tudo, o que toca o coração. É uma coisa notável a faculdade com que mesmo as pessoas mais iletradas compreendem e assimilam os princípios desta filosofia. É porque não é necessário ser sábio para ter sentimento e raciocínio. Ah! dizem eles, se sempre nos tivessem falado assim, jamais teríamos duvidado de Deus e de sua bondade, mesmo nas maiores misérias.

Sem dúvida, crer é alguma coisa, porque já é um pé no bom caminho, mas a crença sem a prática é letra morta; ora, sentimo-nos feliz em dizer que, em nossa curta excursão, entre numerosos exemplos de efeitos moralizadores da doutrina, encontramos bom número desses espíritas de coração que poderíamos dizer completos se fosse dado ao homem ser completo no que quer que fosse, e que podem ser olhados como os tipos da geração futura transformada; há representantes de ambos os sexos, de todas as idades e condições, desde a juventude até o limite extremo da idade, que a partir desta vida compreendem as promessas que nos são feitas para o futuro. Eles são fáceis de reconhecer; há em todo o seu ser um reflexo de franqueza e de sinceridade que a confiança impõe; desde logo sente-se que não há nenhuma segunda intenção dissimulada sob palavras douradas e cumprimentos hipócritas. Em torno deles, e mesmo nas classes menos favorecidas, sabem fazer reinar a calma e o contentamento. Nessas abençoadas regiões interioranas respira-se uma atmosfera serena que nos reconcilia com a Humanidade, e compreendemos o reino de Deus sobre a Terra. Felizes os que sabem gozá-lo por antecipação! Em nossas excursões espíritas, o que mais nos satisfaz não é o número dos crentes que contamos. O que mais nos satisfaz são esses adeptos que são a honra da doutrina e que são, ao mesmo tempo, os mais firmes esteios, porque fazem-na estimada e respeitada por eles mesmos.

Vendo o número de felizes que faz o Espiritismo, esquecemos facilmente as fadigas inseparáveis de nossa tarefa. Eis uma satisfação, um resultado positivo que a malevolência mais encarniçada não nos pode roubar. Poderiam tirar-nos a vida, os bens materiais, mas jamais a felicidade de ter contribuído para reconduzir a paz a corações ulcerados. Para quem quer que sonde os motivos secretos que fazem certos homens agirem, há lama que suja as mãos dos que a atiram e não aqueles em quem é lançada.”

Allan Kardec

(Revista Espírita, junho de 1867 – Breve excursão espírita)

* O título da postagem é nosso e a mesma é um excerto do artigo do Codificador logo acima referido.

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Vigiemos – Emmanuel

emmanuel e chico

Espíritas!

Realmente a vós outros, servidores do Senhor no Evangelho Restaurado, muito se pedirá no amanhã pelo muito que recolheis no hoje de serviço.

Cultivai o campo da verdade, orientando-vos pelo amor puro e simples.

A gleba dos corações humanos espera, sobretudo, por vosso exemplo, a
fim de submeter-se ao arado do Divino Cultivador.

Não façais da responsabilidade que vos honra a existência, trilho de acesso ao personalismo estreito de quantos se confinam à dominação do próprio egoísmo e à exaltação do próprio orgulho.

Não olvideis que a cisânia é venenoso escalracho, sufocando-vos as
melhores promessas, e de que os melindres pessoais são vermes devoradores, destruindo-vos a confiança e a caridade nascentes.

Usai a charrua da fraternidade e do sacrifício no amanho da Terra Espiritual que o Senhor vos confia, atentos ao desempenho dos próprios deveres, sem azedume e sem crítica, à frente daqueles que vos defrontam a marcha, de vez que o fel do escárnio e o vinagre da ironia constituem, por si, o fermento da discórdia, em cujo torvelinho de sombras todas as esperanças da Boa Nova sucumbem, esquecidas e aniquiladas.

O suor no dever retamente cumprido vacinar-nos-á contra todas as
campanhas de crueldade e ridículo e a humildade com a tolerância construtiva ser-vos-á divina força, assegurando-nos o serviço e renovando-nos a fé.

Lembremo-nos do Cristo e sigamos para frente!

É indispensável esquecer o mal, amparando-lhe as vítimas, para que o mal não nos aprisione em seu visco de sombra.

E, amando e servindo, auxiliando e compreendendo, estaremos na
companhia do Mestre que, ainda mesmo no martírio e na Cruz, refletia consigo a Luz Excelsa de Deus, em constante alegria e em perene ressurreição.

(Do Livro Doutrina de Luz, psicografado por F. C. Xavier – GEEM)

COMPROMISSO PESSOAL – Emmanuel

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“Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus.” – PAULO. (I Coríntios, 3:6)

Nada de personalismo dissolvente na lavoura do espírito.

Qual ocorre em qualquer campo terrestre, cultivador algum, na gleba da alma, pode jactar-se de tudo fazer nos domínios da sementeira ou da colheita.

Após o esforço de quem planta, há quem sega o vegetal nascente, quem o auxilie, quem o
corrija, quem o proteja.

Pensando, porém, no impositivo da descentralização, no serviço espiritual, muitos companheiros fogem à iniciativa nas construções de ordem moral que nos competem.

Muitos  deles, convidados a compromissos edificantes, nesse ou naquele setor de trabalho, afirmam-se inaptos para a tarefa, como se nunca devêssemos iniciar o aprendizado do aprimoramento íntimo, enquanto que outros asseveram, quase sempre com ironia , que não nasceram para lideres. Os que assim procedem costumam relegar para Deus comezinhas obrigações no que tange à elevação, progresso, acrisolamento ou melhoria, mas as leis do Criador não isentam a criatura do dever de colaborar na edificação do bem e da verdade, em favor de si mesma.

Vejamos a palavra do Apóstolo Paulo, quando já conhecia os problemas do autoaperfeiçoamento, em nos referindo à evangelização: “Eu plantei, Apolo regou, mas o
crescimento veio de Deus.”

A necessidade do devotamento individual à causa da Verdade transparece, clara, de
semelhante conceituação.

Sabemos que a essência de toda atividade, numa lavra agrícola, procede, originalmente, da Providência Divina. De Deus vêm a semente, o solo, o clima, a seiva e a orientação para o desenvolvimento da árvore, como também dimanam de Deus a inteligência, a saúde, a coragem e o discernimento do cultivador, mas somos obrigados a reconhecer que alguém deve plantar.

(Do livro Ceifa de Luz, psicografado por F. C. Xavier, editado pela FEB)

PODER – EMMANUEL

poder

Peçamos ao Senhor o poder

de amar sem reclamações,

de servir sem recompensa,

de compreender, sem exigir compreensão para nós,

de obedecer aos sublimes desígnios,

de vencer as próprias imperfeições,

de abençoar os que nos perseguem,

de orar pelos que nos ferem e caluniam,

de amparar aos que nos criticam,

de estimular o Bem onde se encontre,

de praticar a fraternidade legítima,

de aproveitar todas as oportunidades da vida para a edificação do espírito imortal.

Emmanuel/Psicografia F. C Xavier
(Do livro Trevo de Ideias – Edição GEEM)

SOLIDÃO – EMMANUEL

Silhouette of a man walking up a dune against a cloudy sun

O presidente, porém, disse: – Mas, que mal fez ele? E eles mais clamavam, dizendo: – Seja crucificado.” (Mateus, cap. 27, v. 23.)

À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível…
Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade?
Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia? Onde se acolhem quantos te partilhavam o pão e o sonho, nas aventuras ridentes do início?

Certo, ficaram…

Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, a maneira das borboletas douradas, que se esfacelam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se lhes descortine à frente.

Em torno de ti, a claridade, mas também o silêncio…
Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido…
Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga em vão.
Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?

Choras, indagas e sofres… Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?

A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.
A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o Sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.

Não te canses de aprender a ciência da elevação.

Lembra-te do Senhor, que escalou o Calvário, de cruz aos ombros feridos. Ninguém o seguiu na morte afrontosa, à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição, em obediência à justiça.

Recorda-te dele e segue…

Não relaciones os bens que já espalhaste. Confia no Infinito Bem que te aguarda.

Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento. E não olvides que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado…

Pelo Espírito Emmanuel

(Do livro “FONTE VIVA”, cap. 70, FCXavier, FEB)

Com a palavra o Codificador:

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Continuai, pois, meus amigos, a grande obra de regeneração, iniciada sob tão felizes auspícios, e em breve colhereis os frutos da vossa perseverança. Provai, sobretudo pela união e pela prática do bem, que o Espiritismo é a garantia da paz e da concórdia entre os homens, e fazei que, em se vos vendo, se possa dizer que seria desejável que todos fossem espíritas.

Sinto-me feliz, meus amigos, por ver tantos grupos unidos no mesmo sentimento, marchando de comum acordo para o nobre objetivo a que nos propomos. Sendo tal objetivo exatamente o mesmo para todos, não poderia haver divisões; uma mesma bandeira deve guiar-vos e nela está escrito: Fora da caridade não há salvação. Ficai certos de que em torno dela é que a Humanidade inteira sentirá necessidade de se congregar, quando se cansar das lutas engendradas pelo orgulho, pela inveja e pela cupidez. Esta máxima, verdadeira âncora de salvação, porque será o repouso depois da fadiga, o Espiritismo terá a glória de ser o primeiro a havê-la proclamado. Inscrevei-a em todos os locais de reunião e em vossas residências. Que, doravante, ela seja a palavra de união entre todos os homens sinceros, que querem o bem, sem segunda intenção pessoal. Mas fazei melhor ainda: gravai-a em vossos corações e, desde já, fruireis a calma e a serenidade que aí encontrarão as gerações futuras, quando ela for a base das relações sociais. Sois a vanguarda; deveis dar exemplo, a fim de encorajar os outros a vos seguirem.

Não vos esqueçais de que a tática de vossos inimigos encarnados e desencarnados é dividir-vos. Provai-lhes que perderão o tempo se tentarem suscitar entre os grupos sentimentos de inveja e rivalidade, que seriam uma apostasia da verdadeira Doutrina Espírita cristã.

Allan Kardec

(Resposta de Allan Kardec ao Convite dos Espíritas de Lyon e de Bordeaux. in: Viagem Espírita em 1862)

COOPERAÇÃO

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Por Emmanuel

Para que alguém dirija com êxito e eficiência uma empresa importante, não lhe basta a nomeação para o encargo.

Exige-se-lhe um conjunto de qualidades superiores para que a obra se consolide e prospere. Não apenas autoridade, mas direção com discernimento. Não só teoria e cultura, mas virtude e juízo claro de proporções.

Dilatados recursos nas mãos, a serviço de uma cabeça sem rumo, constituem tesouros nos braços da insensatez, assim como a riqueza sem orientação é navio à matroca.

Quem governa emitirá forças de justiça e bondade, trabalho e disciplina, para atingir os objetivos da tarefa em que foi situado.

Quando o poder é intemperante, sofre o povo a intranquilidade e a mazorca, e, quando a inteligência não possui o timão do caráter sadio, espalha, em torno, a miséria e a crueldade.

Daí, conhecermos tantos tiranos nimbados de grandeza mental e tantos gênios de requintada sensibilidade, mas atolados no vício. No mundo íntimo, a vontade é o capitão que não pode relaxar no mister que lhe é devido.

E assim como o administrador de um serviço reclama a ajuda de assessores corretos, a vontade não prescindirá da ponderação e da lógica, conselheiros respeitáveis na chefia das decisões.

No entanto, urge que o senso de cooperação seja chamado a sustentar-lhe os impulsos.

Nas linhas da atividade terrestre, quem orienta com segurança não ignora a hierarquia natural que vige na coexistência de todos os valores indispensáveis à vida.

Na confecção do agasalho comum, o fio contará com o apoio da máquina, a máquina esperará pela competência do operário, o operário edificar-se-á no técnico que lhe supervisiona o trabalho, o técnico arrimar-se-á na diretoria da fábrica e a diretoria da fábrica equilibrar-se-á no movimento da indústria, dele extraindo o combustível econômico necessário à alimentação do núcleo de serviço que lhe obedece aos ditames.

Observamos, assim, que no Estado Individual a vontade, para satisfazer à governança que lhe compete, sem colapsos de equilíbrio, precisa socorrer-se da colaboração a fim de que se lhe clareie a atividade.

A cooperação espontânea é o supremo ingrediente da ordem.

Da  Glória Divina às balizas subatômicas, o Universo pode ser definido como sendo uma cadeia de vidas que se entrosam na Grande Vida.

Cooperação significa obediência construtiva aos impositivos da frente e socorro implícito às privações da retaguarda. Quem ajuda é ajudado, encontrando, em silêncio, a mais segura fórmula de ajuste aos processos da evolução.

CONFLITO

confito

Por Emmanuel

Antigamente, o duelo surgia por hábito deplorável, desfigurando o caráter e enodoando a cultura.

Empenhavam-se antagonista, com a presença de testemunhas, em golpes violentos, legalizando o homicídio em nome da honra.

O progresso aboliu semelhante nódoa de nossa face, todavia, o conflito continua em outras modalidades, a dentro de nossa vida.

Não mais a característica fulminante, dos apetrechos de matar ou ferir, mas o golpe em câmara lenta que o ódio e a incompreensão, a ignorância e a crueldade arremessam por onde passam, gerando perturbações e enfermidade.

Por toda parte, vemos o duelo mental torturando e aniquilando criaturas, mantido por nossas atitudes delituosas de uns para com os outros, quando não se exprime, sem forma perceptível aos sentidos comuns, à feição da troca de dardos invisíveis, penetrando corações, arrojando-os, muitas vezes, aos tormentos do hospício ou à vala da morte.

Fujamos de toda idéia que signifique discórdia e maledicência, ciúme e desespero, maldade e intolerância, porquanto, as imagens desse teor, a fluirem constantes de nossa fonte mental, possuem vitalidade própria, corporificando-se com a persistência de nossas irreflexões repetidas e atingindo o objetivo de nossas projeções, a operarem desajuste e flagelação regressando a nós mesmos, em lamentável retorno, trazendo-nos de volta, a aflição e o infortúnio que tivermos causado.

O amor é Lei Universal, mas a Justiça nos segue, serena e inexorável, para que todos nós tenhamos no caminho o justo pagamento de nossas próprias obras.

Psicografia de Chico Xavier. Do livro: Viajor (IDE)

NA  INTIMIDADE DO MESTRE

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Por Emmanuel

… E porque o aprendiz perguntasse ao Mestre o motivo pelo qual fora chamado ao seu campo de ação, respondeu o Senhor, compassivamente:

“Decerto, não foste convidado a criticar, porque, para isso, a Terra dispõe daqueles que transitam entre a malícia e o azedume…

Com certeza não foste trazido à Revelação para apedrejar o próximo infeliz, porquanto, para esse fim, a crueldade ainda campeia no mundo, usando corações cristalizados na indiferença…

Indiscutivelmente, não foste citado para fortalecer a ingratidão e a calúnia, de vez que para estendê-las a Humanidade ainda conta com milhares de criaturas entregues à leviandade e à maledicência…

Sem dúvida, não foste convocado para descobrir as cicatrizes e as chagas de nossos irmãos, porque, para esse mister, possuímos a legião daqueles que se imobilizam na procura do mal…

Chamei-te para abençoar onde outros amaldiçoam, para justificar onde muitos reprovam e condenam…

Busquei-te para auxiliar com a boa palavra onde o verbo envenenado espalha fogo e fel, convidei-te para o socorro aos ausentes, necessitados de entendimento e compreensão…

Trouxe-te à verdade para que as feridas de nossos semelhantes encontrem bálsamo e para que a doença deles receba em ti remédio salutar…

Concitei-te para que haja fraternidade onde a separação ainda persista, para que a paciência brilhe contigo onde brade a revolta e para que a esperança não se apague onde corre, desapiedado, o sopro frio do desânimo…

Ninguém te chamou para avivar entre os homens o incêndio da perversidade, do egoísmo, da violência e do ódio, mas sim para que a Bondade Infinita do Céu em ti encontre justo sustentáculo para exprimir-se no mundo com o esplendor que lhe é própria.

Se aspiras, portanto, a condição de escolhido para a Vitória com as Leis Divinas, abandona as exigências do espírito de domínio que, porventura, ainda vibrem por dentro de ti…

E, fiel aos compromissos que abraçaste no Evangelho Renovador, sentirás na intimidade do coração a felicidade suprema do amigo fraternal que acende em si próprio o fulgor da luz celeste…”

Foi então que o aprendiz penetrou o santuário de si mesmo e passou a meditar…

Do Livro  “Abrigo”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel

Casas Espíritas de aniversário em novembro!!!

 

jesus-sorrindo

Associação Espírita Beneficente Caminho da Luz – [490]

Fund.: 24.11.1999 – Feder.: 19.04.2011

União: Unime – União Intermunicipal Osório

 

Associação Espírita Beneficente Caminho da Paz – [456]

Fund.: 07.11.1926 – Feder.: 23.11.2004

Ume Canoas

 

Associação Espírita Francisco de Assis – [447]

Fund.: 24.11.1997 – Feder.: 07.01.2003]

Ume Ijuí

Associação Espírita Jesus É O Caminho – [464]

Fund.: 18.11.2001 – Feder.: 20.12.2005

Ume Caçapava do Sul

Associação Espírita Luz no Caminho – [494]

Fund.: 19.11.1997 – Feder.: 15.12.2011

Ume Santiago

Associação Espírita Reforço da Verdade – [51]

Fund.: 15.11.1926 – Feder.: 08.01.1938

União: Ude Passo d’Areia

Casa Espírita Chico Xavier – [489]

Fund.: 25.11.2007 – Feder.: 19.04.2011

Ume Ijuí

Centro Espírita Fraternidade – [266]

Fund.: 07.11.1926 – Feder.: 29.12.1973

Ume Cruz Alta

Grupo Espírita Gabriel – [9]

Fund.: 14.11.1925 – Feder.: 01.07.1933

Ude Glória

Grupo Espírita União Sagrada de Nosso Pai – [79]

Fund.: 07.11.1930 – Feder.: 28.10.1940

Ume Gravataí

Instituto Espírita Terceira Revelação Divina – [121]

Fund.: 21.11.1931 – Feder.: 29.10.1946

Ude Tristeza

Sociedade Espírita Amigos de Chico – [480]

Fund.: 01.11.2005 – Feder.: 10.12.2009

Ume Santo Ângelo

Sociedade Espírita Caminho de Luz – [298]

Fund.: 11.11.1972 – Feder.: 07.12.1982

Ume Guaíba

Sociedade Espírita Cristo Amor e Caridade – [360]

Fund.: 30.11.1989 – Feder.: 07.01.1992

Ume Cruz Alta

Sociedade Espírita Em Busca da Luz – [7]

Fund.: 23.11.1946 – Feder.: 14.02.1950

Ume Santa Cruz do Sul

Sociedade Espírita Irmã Rolica – [328]

Fund.: 18.11.1987 – Feder.: 10.06.1986

Ume Santa Maria

Sociedade Espírita Luz do Caminho – [405]

Fund.: 29.11.1994 – Feder.: 13.11.1997

Ume Candiota

Sociedade Espírita Luz no Caminho – [335]

30.11.1980 – Feder.: 18.08.1987

Ume Ijuí

Sociedade Espírita Luz, Fé e Caridade – [102]

Fund.: 01.11.1936 – Feder.: 14.03.1942

Ume São Leopoldo

Sociedade Espírita Yvon Costa – [180]

Fund.: 15.11.1946 – Feder.: 13.12.1955

Ume Santa Maria